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ANÁLISE PENDULAR

Utilizamos os pêndulos – em processo de prospecção – diretamente em áreas específicas do corpo, em mapas corporais / anatômicos, gráficos, tabelas, testemunhos.

Os assentamentos de experiências e práticas terapêuticas / científicas registram em torno de 21 movimentos padrões/convenções.

No Egito foram encontrados pêndulos de madeira, com lastro, entre os pertences pessoais em tumba de Faraó (Tutankamon), no Vale dos Reis.

A Redescoberta do Pêndulo

No final do século 18, novas pesquisas foram estimuladas verificando-se, então, um renascimento do uso do pêndulo. Embora a primeira referência explícita ao uso desse instrumento se encontre em um livro de 1662 – Física Curiosa, do padre Schott – onde o pêndulo é chamado de “pêndulo explorador” e usado apenas na pesquisa de ouro, suas origens são tão remotas quanto à da própria Radiestesia.

O primeiro registro formal do uso radiestésico do pêndulo data de meados do século 18. O documento, que evidencia de maneira incontestável, o uso desse instrumento, pode ser visto no museu da Ciência, em South Kensington, Londres.

A guerra de 1914-1918 ofereceu à Radiestesia um novo campo de aplicação: adeptos do pêndulo e da varinha prestaram grandes serviços na busca de obuses enterrados ou de cavidades subterrâneas que serviam de abrigo. É assim que o abade Bouly, com extraordinária precisão, localizou engenhos que ainda não haviam explodido.

Em 1919, o abade Mermet, já célebre e conhecido como “Príncipe dos Radiestesistas”, descobriu a prospecção à distância – telerradiestesia. Ele estudou e desenvolveu a sensibilidade natural do organismo humano às radiações e campos de força e depois utilizou seus conhecimentos para diagnosticar doenças, para localizar pessoas desaparecidas e para solucionar diversos tipos de problemas. Ao termo de sua vida, ele escreveu e publicou seus conhecimentos no livro “The Principles and Pratice of Radhiesthesia”, que continua a ser um clássico do gênero.

Essa obra é indicada a todos que estiverem interessados em dados técnicos e em teorias de como e por que o pêndulo funciona. O método do padre Mermet é utilizado na Europa, mas difere do método ensinado nos Estados Unidos, exigindo estudos mais avançados, sobretudo quando utilizado para procurar água (a qual oferece inúmeras armadilhas). O padre Mermet foi profundamente respeitado tanto pelo seu sacerdócio como pela ajuda que pôde prestar a outras pessoas com o uso do pêndulo. O Vaticano interessou-se especialmente pelo seu trabalho e convidou-o a transmitir seus ensinamentos não apenas a outros padres, mas também a médicos.

Na Inglaterra, o Dr. H. Tomlinson realizou um trabalho revolucionário, utilizando a radiestesia na medicina. Ele descobriu que o uso de utensílios de alumínio ocasiona contaminação­.[1] Sua obra representa um método inteiramente novo de diagnóstico e tratamento, capaz de revolucionar a medicina ortodoxa.[2]

[1]. Tomliknson, Dr. H. Aluminum Utensils and Disease. C. W. Daniel Co. Ltd, 1958. Os perigos inerentes ao uso indiscriminado do metal.
[2]. The Divination of Disease. Health Science Press, 1935. Estudo sobre Radiestesia.